Desde o lançamento de Meu Malvado Favorito em 2010, a franquia se tornou um sucesso mundial, arrecadando milhões de dólares e conquistando a crítica e o público. Mas uma das maiores surpresas desse universo foi a popularidade dos pequenos seres amarelos, os Minions.

Com suas linguagens engraçadas, personalidades peculiares e uma paixão inabalável por bananas, os Minions foram desde então a sensação entre crianças e adultos. E com o lançamento em 2015 do primeiro filme solo dos personagens, não há dúvida de que o amor só cresceu ainda mais.

No filme Meu Malvado Favorito: Minions, somos transportados de volta no tempo para os anos 60, onde conhecemos Kevin, Stuart e Bob, três Minions que estão em busca de um novo mestre vilão para seguir. Sua missão os leva até a convenção de vilões em Orlando, onde conhecem a ambiciosa Scarlet Overkill, que promete torná-los seus parceiros na conquista do mundo.

O filme é repleto de cenas engraçadas, diálogos engraçados e momentos adoráveis, com destaque para as excelentes performances de Michael Keaton e Sandra Bullock, que dão voz a personagens. E, como era de se esperar, os Minions são os verdadeiros astros aqui, com seus desastres divertidos e momentos adoráveis.

A animação é muito bem trabalhada, com detalhes impressionantes na criação dos Minions e dos cenários. A direção de arte é um grande destaque do filme, com cores vibrantes e um estilo retrô que remete aos anos 60. A trilha sonora, composta por músicas da época, também contribui para a atmosfera única do longa.

Meu Malvado Favorito: Minions é uma animação feita para toda a família, um filme de diversão garantida. É a prova de que a franquia Meu Malvado Favorito só fica melhor com a incorporação desses personagens amarelos e fofos. Se você é fã de animações, ou simplesmente procura um filme leve e engraçado para assistir com a família, não pode deixar de conferir essa aventura dos Minions.

Em resumo, Meu Malvado Favorito: Minions é um filme divertido e emocionante, que conquistou pessoalmente este escritor de maneira única. Devido à sua atemporalidade, o filme tem o poder de hipnotizar tanto os mais novos quanto os mais velhos, e é sem dúvida um marco na história do cinema de animação.